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29 de maio de 2016

Lua Nova

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Quantas vezes só me dava conta do sol, quando muito chovia;
e de chuva, após ensolarados dias onde tudo de sede morria…
Quantas vezes a lua cuidava de minhas noites estreladas e nem sequer a cumprimentava…
A lua, para cuidar de mim, enfrentava só a escuridão do abismo, e, de volta ingratidão levava…
Quantas flores enfeitavam jardins, coloriam, exalavam perfumes por onde eu passava…,
eu mal notara suas vidas presentes.
Um cansaço sem fim domava meu espírito e me cegava.
Hoje, leitor assíduo de uma natureza viva,
leio e releio livros inteiros a cada manhã que me poesia…
Se passo a noite por entre árvores que dormem, silencio!
Se um pássaro gorjeia na manhã
que pousa em mim, ou uma borboleta beija a flor de minha alma nova,
beijo o universo inteiro com meu novo olhar de amor.


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