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29 de outubro de 2015

Amanhecer Poesia

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Amanhecer de céu branco,
abençoado de chuvinha mansa,
renova meu coração-criança…

Incensado no aroma fumaça
d’um café preto, forte, capixaba;
o inseparável conselheiro Drummond…
Assim beijo as janelas de minhas manhãs.

A parede que assiste a chuva
não me vê;
o pássaro que na árvore
inda dorme;
a poesia que me foge e foge
e não se deixa prender…


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